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09 outubro 2012

Prova Substitutiva - Colagem Narrativa

FATOS E MITOS

01.
    

Existe uma antiga lenda chinesa que conta como os pandas conseguiram a sua pelagem de cor tão rara. Quando umas pastoras morreram ao tentarem salvar um panda de um leopardo, os pandas, originalmente com uma pelagem branca, realizaram um funeral e vestiram-se de negro, em sinal de desgosto. As suas lágrimas, ao caírem sobre a cor preta do luto, mancharam a pelagem. Á medida que enxugavam as lágrimas e abraçavam, foram manchando de preto algumas partes do corpo. E assim ficaram.


02.


Os nativos de Sundarban evitam um ataque de tigre usando uma máscara com uma face na parte traseira de sua cabeça, uma vez que os tigres costumam atacar por trás. Na religião hindu, a deusa Durga aparece montando um tigre.

03.


 

Diz-se que Poseidon, o deus do mar dos gregos, atribuiu ao golfinho um lugar entre as constelações, por um deles ter salvo o bardo Arion de morrer afogado. Existem histórias extraordinárias sobre golfinhos que ajudam nadadores, mas isso é puramente acidental: na verdade, os golfinhos apenas gostam de empurrar os objetos enquanto nadam.

04 julho 2012

Colagens Narrativas

                                                                              


                                          01


                                          02   


                                           03


                                          04

  
                                          05



                    





24 maio 2012

Arte como tecnologia: O que determina que algo seja ainda arte?


          Suzy Lie Kanezaki – Desenho Digital – Profª Venise Melo

° Arte como tecnologia: O que determina que algo seja ainda arte?

O artista plástico passou a utilizar várias linguagens, artísticas ou não, atravessando as especificidades formais da teatralidade, da dança, do filme, da fotografia e os meios de comunicação de modo geral – rádio, tevê, jornal. Uma simples ação ou atitude poderia ser arte se feita por um artista, ainda que buscasse levantar questões éticas ou filosóficas.                                                                                                                  A partir do momento em que a pintura de Pollock não pôde ser pensada somente, a partir do parâmetro de uma auto reflexividade da obra sobre seu meio específico, se deu uma maior compreensão da formação heterogênea de todo meio, ao mesmo tempo em que a arte se expandia em direção a campos heterogêneos do conhecimento. Sabendo que todo meio é sempre heterogêneo, ele questiona acima de tudo seu próprio campo, a arte em geral.
Sobre uma obra de arte não se pergunta o que ela significa, mas o que ela faz.
O artista, utilizando ou não a tecnologia digital e a internet, precisa saber antes, que efeitos ele busca. Saber trabalhar com a técnica não é o fundamental, uma vez que pode projetar e solicitar um técnico que o execute. As tecnologias avançadas trazem problemas e noções específicas uma vez que elas estão atuando como meio. Mas esses problemas não surgiram com as novas tecnologias, e nem as condições da arte mudaram por conta desse contexto.
 A presença de uma nova mídia agrava ou dobra questões mais antigas, as façanhas da tecnologia podem levar perversamente o artista a confundir seu trabalho com a pura diversão dos acontecimentos midiáticos espetaculares. Do mesmo modo, se ele investe no entretenimento e na comunicação não é como técnico, mas como artista que deseja criar tensões e problemas.
A arte contemporânea surgia junto ao desenvolvimento dessas novas ferramentas. O vídeo, por exemplo, foi imediatamente encampado pelos artistas, afinal era uma mídia de gravação tecnicamente simples para o usuário, que desejavam se aventurar em novos meios, no contexto da crise da pintura e da escultura.
A arte contemporânea descobriu novos lugares para acontecer e revelou mais do que novos gêneros ou técnicas, deu a conhecer novas noções, qualidades e condições. A arte expandiu suas técnicas e linguagens a ponto de encontrar-se com a ética e a lógica, a antropologia e a comunicação, o entretenimento e a publicidade, a engenharia e a computação, então, a questão hoje deveria ser antes, o que determina que algo seja ainda arte, quando da interferência heterogênea dos campos, e não o que é a arte tecnológica.

Bibliografia

PARENTE, André (org.). A imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio                   de Janeiro: Ed. 34, 1993.

FOSTER, Hal. El retorno de lo real: la vanguardia a finales de siglo. Madrid: Akal,
2001.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.

BASBAUM, Ricardo (org.). Arte contemporânea: texturas, dicções, ficções,   estratégias: Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001


23 maio 2012

Intervenção: Code Art (Desenho Digital, 3º sem, Profª Venise Melo)

Integrantes do grupo:
Leiliane Assis
Sarah Caires
Suzy Lie Kanezaki

Poesia escolhida:
Quem anda no trilho é trem de ferro,
sou água que corre entre pedras:
liberdade caça jeito.
(Manoel de Barros)

Alfabeto/código completo:


Material utilizado:
- Papel paraná
- Folhas de livro velho
- Vinil adesivo preto

Aplicação:
Placas de papel paraná cobertas com folhas de livro velhos servem de base para aplicação dos códigos, que foram feitos em vinil adesivo preto.
A base de cada letra é constituída por três linhas horizontais: a idéia é que as hastes da escada se relacionem com os códigos.




 

Cartografia Urbana - Desenho Digital - Profª Venise Melo