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06 julho 2012

Colagem Narrativa (hibridismo), professora Venise Melo

Dentro da temática Enigmas Imaginários de um Anônimo, produzi uma série intitulada: Realidade Satisfatória.

A técnica utilizada foi a Colagem Narrativa (hibridismo), com o Photoshop como principal ferramenta.

A série foi produzida com imagens obtidas na internet e embasada em alguns acontecimentos recentes "particulares". Entretanto foi retratado apenas a realidade satisfatória que por vezes só pode ser apreciada no mundo da imaginação.

Julien Pacaud foi artista mais estudado durante esta produção. Os trabalhos deste artista contribuíram para a ampliação do horizonte a respeito das montagens com imagens "retrô" e principalmente futuristas.

Série: Realidade Satisfatória
Colagem Narrativa
Arte Digital

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10 junho 2012

Intervenção Artística (05/06/2012)

Fizemos uma intervenção artística em frente ao bloco de artes no dia mundial do meio ambiente, com o próprio "meio ambiente" como tema.

Projeto:
Consistiu em cada participante fazer gelatinas em copos de 400 ml com objetos dentro. As cores e o próprio objeto deveriam expressar o sentimento de cada pessoa em relação ao meio ambiente, em forma de crítica, apreciação e etc.

Durante o evento todos deveriam desenformar as gelatinas juntos e no mesmo local, para a criação de uma composição com todas as gelatinas.



Fotos do evento:











30 maio 2012

Resenha, professora Venise Melo


Resenha do texto: Arte como tecnologia: o que determina que algo seja ainda arte?

“Arte como tecnologia” é o nome provisório de um grupo de pesquisa que pensava esse nome como uma maneira de evitar a separação entre a arte contemporânea e a arte tecnológica, rejeitando dar à tecnologia enquanto meio o primeiro plano da realização artística
Se a técnica não é apenas mero instrumento para a formalização artística em um dado meio, a negação ou morte da arte também não esgota a insistência da arte. Por um lado, a técnica atua no campo da significação, jamais sendo passiva ou homogênea. Por outro, os questionamentos levados a cabo pelas vanguardas históricas e revistos pelos artistas das décadas de 1960 e 1970 não implicam a morte literal da arte. A produção artística, tensionando as fronteiras dos meios, dos gêneros e dos campos, problematizando o lugar da arte e a fetichização do objeto artístico, sempre formaliza sensações indeterminadas, mesmo que sob a modalidade de ações ou acontecimentos efêmeros.
O artista, utilizando ou não a tecnologia digital e a internet, precisa saber antes que efeitos ele busca. Saber trabalhar com a técnica não é o fundamental, uma vez que pode projetar e solicitar um técnico que o execute.
Há diferenças entre os meios, no que diz respeito aos efeitos estéticos, éticos, sensoriais e mentais. As diferenças de sentido, entretanto, não podem implicar a fetichização de uma nova técnica.
A possibilidade de alcançar espectadores longínquos para interagir com o trabalho é menor numa obra escultural mesmo que pública e localizada numa praça do que num filme na rede. A interação entre um espectador-participador com um objeto ou não-objeto é muito distinta daquela possibilitada por um site na web.
Se o artista se volta para o mundo e se aborda o campo do designer gráfico ou do engenheiro ou se este se aproxima da cidade, do cotidiano, da cultura como um etnógrafo ou um publicitário, ele não deixa de ser artista enquanto formaliza as questões condicionadas por seu campo.
            Sendo assim, surge uma questão de suma importância: o que é fazer um ambiente com as novas tecnologias e manter a tensão da heterogeneidade e a produção de sensações imprevistas, ambas necessárias a um trabalho artístico?
A arte contemporânea deu a conhecer novas noções, qualidades e condições. A arte expandiu suas técnicas e linguagens a ponto de encontrar-se com a ética e a lógica, a antropologia e a comunicação, o entretenimento e a publicidade, a engenharia e a computação. Dessa forma, a questão hoje deveria ser o que determina que algo seja ainda arte quando da interferência heterogênea dos campos e não o que é a arte tecnológica.

23 maio 2012

Cartografia Urbana, professora Venise Melo


Intervenção Artística, professora Venise Melo


Cod Art

Intervenção 



Criação
Poema e composição do alfabeto

Material: 
Gelatina e tinta guache


Apresentação







Criação:
Luiz Weber, Wellinton de Sá ArrudaFranscisco de Paula VieiraDeborah Nazareth.

Monitoria
Profª Venise Melo (esperando ainda pelas maçãs ou talvez bomboms).

Agradecimentos especiais
Wellinton, por ficar 12 horas fazendo gelatina e esquecendo que humanos dormem.
Ao Rafael, por manter os equipamentos de ultima geração funcionando, e da proxima passa a chamada mais cedo.